21 de mai. de 2012

Leap Motion apresenta novo controle por gestos 200 vezes mais preciso que os atuais.




Programado para chegar às lojas em 2013, dispositivo é capaz de detectar desde um corpo inteiro até as pontas do dedo de uma pessoa.



Baseada em São Francisco, a empresa Leap Motion desenvolveu uma nova tecnologia de controles por gestos que promete tornar o Kinect e o Move equipamentos ultrapassados. Segundo a empresa, a novidade é 200 vezes mais precisa que qualquer sistema disponível atualmente no mercado, com previsão de custar somente US$ 70 para os consumidores finais.

A invenção da companhia é constituída por um dispositivo USB que usa um software sofisticado para proporcionar uma precisão de um centésimo de milímetro. Segundo o CNET, o sistema permite a realização de gestos normalmente usados em smartphones, como fazer uma pinça com os dedos para ampliar ou diminuir uma imagem.

A expectativa é que o novo produto da Leap Motion já esteja disponível para venda no início de 2013. Um vídeo divulgado pela empresa mostra que a tecnologia é capaz de detectar com precisão a posição das pontas dos dedos de uma pessoa, identificando também objetos inanimados que estejam no ambiente e o corpo de inteiro dos usuários.

“Queremos fazer uma aplicação que mude o mundo e transforme de maneira fundamental o jeito como as pessoas interagem com seu sistema operacional ou navegam pela internet”. 

Afirmou ao CNET o CEO da companhia, Michael Buckwald. “Nossa objetivo é transformar a maneira como as pessoas interagem com o computador da mesma forma que o mouse conseguiu, o que significa que a transformação vai afetar a todos”, complementa.

Fonte: CNET, TechMundo

Samsung pode ter nas mãos a tecnologia para produzir CPUs com 300 GHz


Instituto de pesquisa da empresa desenvolveu uma nova estrutura para transistores com o grafeno, elemento que possui 200 vezes mais mobilidade de elétrons do que o silício.

 
(Fonte da imagem: Reprodução/SammyHub)

O Advanced Institute of Technology (SAIT), centro de pesquisa e desenvolvimento da Samsung, desenvolveu uma nova estrutura para transistores utilizando o grafeno. A novidade deve melhorar o desempenho dos componentes semicondutores e, consequentemente, dos eletrônicos que utilizamos.

Conforme publicação do site SammyHub, o grafeno possui 200 vezes mais mobilidade de elétrons do que o silício usado nos componentes atuais. Tal performance, na teoria, seria capaz de produzir, por exemplo, processadores com até 300 GHz de frequência – isso já considerando que a tecnologia só atinja metade do potencial de mobilidade dos elétrons, segundo o site Softpedia.

Contudo, esse material é difícil de ser trabalhado, pois ele é um semimetal e não possui a capacidade de alternação de corrente existente no silício, assim o fluxo de elétrons que circula por sua estrutura não pode ser interrompido facilmente.

Para solucionar esse problema, os cientistas estudam um meio de integrar os dois elementos, formando uma barreira Schottky de grafeno-silício que, controlando a altura do seu barramento, seria capaz de manipular o fluxo de elétrons do transistor.

O instituto de pesquisa da Samsung já adquiriu nove patentes importantes para o desenvolvimento da tecnologia. Mais detalhes sobre a tecnologia podem ser adquiridas no documento publicado na American Association for the Advancement of Science (AAAS).

Fontes: SammyHub, Softpedia, American Association for the Advancement of Science (AAAS), TechMundo

17 de mai. de 2012

Raspberry Pi começa a ser vendido e esgota em menos de 24 horas



Depois de “seis longos anos” de desenvolvimento, o micro-mini-nano-pico computadorRaspberry Pi finalmente começou a ser vendido nesta quarta-feira, dia 29. Do tamanho de um pendrive e custando o equivalente a R$ 42 em sua versão básica, o PCzinho foi criado para iniciativas de inclusão digital, mas também está disponível para “entusiastas de hardware, curiosos, professores e outros” informa seu site.

Raspberry Pi: eu quero, e você também quer
O Model A custa US$ 25 (42 reais) e tem processador com arquitetura ARM de 700 MHz, 256 MB de RAM saídas HDMI e RCA, enquanto o armazenamento fica a cargo de um cartão SD. Por US$ 35 (60 reais) o Model B inclui duas portas USB e uma porta Ethernet ao conjunto, para garantir que ele esteja apto a navegar pela internet. Ambas versões rodam Linux e para conter custos, chegam como uma placa mãe ao consumidor, sem direito sequer a uma carcaça para proteger seus circuitos.
Para quem não lembra dos méritos do Raspberry Pi, basta lembrar que ele é um computador que já se provou capaz de rodar Quake 3 em full HD.
As vendas dos modelos começaram às 3 da manhã desta quarta-feira e todo primeiro lote de 10 mil unidades já estava esgotado quando este post estava sendo escrito (às 18 horas). Para atender a demanda do mercado, a Fundação anunciou que fechou um acordo com duas companhas britânicas, a Premier Farnell e RS Components, para “fabricar e distribuir os computadores de acordo com as necessidades do mercado”.
Apenas como curiosidade, no começo desta semana uma outra empresa, chamada FXI Technologies, também começou a vender um computador do tamanho de um pendrive, o Cotton Candy. Mas ele custa 175 dólares a mais do que o Model A do Raspberry Pi.

Fonte: Technoblog

PC do tamanho de um pendrive com Ubuntu e Android começa a ser entregue



Primeiras unidades do Cotton Candy chegam no final de maio.

Na onda do Raspberry Pi e de outros micro-PCs, o Cotton Candy, colocado em pré-venda no começo do ano, começará a ser entregue para os felizes compradores até o final do mês.
Planejado para ter a primeira leva entregue em março, a FXI acabou atrasando a entrega do Cotton Candy, visando melhorar um pouco o acabamento visual do produto. Aparentemente a espera valeu a pena, já que o produto está bem mais apresentável – apesar de ser do tamanho de um pendrive.


Compatível com Ubuntu e Android 4.0, o Cotton Candy tem um hardware que pode parecer modesto mas dá conta do serviço: processador ARM Cortex A9 de 1,2 GHz, processador gráfico ARM Mali-400MP, 1 GB de RAM, e suporte a até 64 GB de disco (com o uso cartões de memória microSD).
Com tudo isso, temos uma máquina capaz de rodar vídeos em Full HD e rodar jogos e programas sem muitos problemas. Óbvio, não será possível rodar Diablo III nele, mas você não estava pensando em fazer isso, estava?


Mas calma que a remessa que sairá esse mês só vale para os compradores da Escandinávia que fizeram a pré-ordem. O resto do mundo ainda vai ter que esperar um pouquinho. Ou ficar de olho nos sites de leilões.

Fonte: Technoblog, Engadget.

Empresa lança SSD com botão de autodestruição



Você já viu essa cena clichê em vários filmes e séries: um hacker recebe a polícia na porta e começa a destruir seus eletrônicos para impedir as autoridades encontrem rastros do possível crime que ele estava cometendo. Uma empresa chinesa planeja tornar mais fácil a vida desse tipo de hacker. Chamada RunCore, a fabricante anunciou hoje um drive SSD que se autodestrói, literalmente, ao mero toque de um botão.
O drive, que leva o nome InVincible por ser capaz de resistir a temperaturas entre -45º e 90º Celsius, tem dois botões: um verde e um vermelho. Ao apertar o botão verde, ele faz uma formatação lógica, apagando qualquer dado no disco. O botão vermelho faz algo mais drástico: frita toda a memória Flash com eletricidade, inutilizando o disco por completo.
Assista a demonstração de como ele funciona no vídeo abaixo. A melhor parte, em que a moça até se afasta do drive para apertar o botão vermelho, começa em 2:27.

A ideia aqui é realmente usar o botão como último recurso. Se você precisar mesmo apagar os dados no SSD, é possível com um botão. Mas se estiver numa emergência e não quer que os dados nesse SSD caiam em mãos erradas, o botão vermelho é uma boa saída. Nas suas demais especificações, o InVincible também tem velocidades de leitura e escrita, respectivamente, de 240 Mb/s e 140 Mb/s e usa a interface SATA II.
Já que citei essa cena clichê de hackers correndo desesperados, algo bem comum nos filmes, acho pertinente citar uma outra que é potencialmente mais engraçada em termos do nível de absurdo. É uma cena de um dos episódios da série NCIS, em que dois agentes tentam se desviar um ataque hacker… usando o mesmo teclado.

Yep. Digitar algo coerente a quatro mãos no teclado é algo, quem diria, possível. Ao menos na ficção.

Fonte: Techoblog

Road Show CIGAM Mobile- Ubiquidade na tomada de decisão


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Internet faz 40 anos



No decorrer desta semana, jornais e sites do mundo inteiro recordaram o aniversário de 40 anos da rede mundial de computadores, comemorado no dia 2 de setembro em referência aos cientistas da Universidade da Califórnia que, em 1969, trocaram informações entre dois computadores por meio de um cabo de cinco metros.
Os dados trocados entre os dois computadores eram pequenos e insignificantes, uma mera mensagem de texto, mas prepararam o terreno para a rede interuniversidades Arpanet, que cresceria e tornaria possível o surgimento da hoje indispensável internet.
O jornal britânico Telegraph, no entanto, publicou uma reportagem na qual discutia qual data realmente estava sendo comemorada. Com tantos avanços vitais ao longo do caminho, existem muitos candidatos para o título de "inventor da internet", diz o jornal. "Existe disputa e incerteza sobre a data de 2 de setembro como a mais apropriada para o aniversário", afirma a publicação.
Entre as "outras" datas de aniversário da internet citadas pelo jornal está, por exemplo, o dia 29 de outubro de 1969, quando uma mensagem foi enviada pela primeira vez entre dois computadores da Arpanet, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, para o Instituto de Pesquisas de Standford, em Palo Alto, também na Califórnia. Este fato marcou o verdadeiro lançamento do sistema de troca de dados da rede.
Mas, o 1º de janeiro de 1983 é relembrado como o dia em que todos os computadores da rede Arpanet adotaram o protocolo TCP/IP, o padrão de comunicação online utilizado até hoje.
Em março de 1989, Tim Berners-Lee inventou a World Wide Web, um sistema eficiente para publicação e acesso de informações. Berners-Lee, um cientista britânico atuante na Suíça, ajudou a criar a linguagem de hipertexto usada até hoje em websites, links e navegadores, e é conhecido como o "pai da internet".
Finalmente, em abril de 1993, foi lançado o Mosaic, considerado o primeiro navegador de internet a facilitar a usabilidade, ajudando a popularizar a internet. Como precursor do Netscape Navigator, Internet Explorer e tantos outros navegadores existentes hoje, o Mosaic também foi um passo crucial para tirar a internet do laboratório e levá-la para dentro das nossas casas.
Fontes: Terra Tecnologia, Redação

Câmara dos deputados aprova projeto de lei de crimes virtuais




O Plenário da Câmara dos deputados aprovou ontem (15) um projeto de lei que especifica penas e multas para quem cometer crimes virtuais no Brasil. O Projeto de Lei 2793/11 de autoria do deputado Paulo Teixeira deixa claro, dentre outras coisas, que o acesso não-autorizado a um computador ou celular, falsificação de cartão de crédito e até ataques DDoS são considerados crimes.
Como sempre, o texto é repleto de termos em juridiquês. Um dos crimes é de “devassar dispositivo informático alheio” e quem cometê-lo corre o risco de passar entre três meses a um ano atrás das grades, além de pagar multa. Em contrapartida, ele especifica muito bem que interromper o funcionamento de sistemas dos quais dependem a internet (ataques DDoS) e falsificar cartões de crédito ou débito são crimes e também estabelecem penas para essas ações.
O timing da aprovação não poderia ser mais suspeito: embora os deputados tenham negado ao site AdNews, o caso do vazamento de fotos da atriz Carolina Dieckmann certamente o acontecimento ajudou a acelerar essa lei. Já o meu colega de profissão Rodrigo Ghedin diz no Gizmodo Brasil que essa pode ser a lei mais coesa para a Internet brasileira, e eu até concordo, embora também ache que ela ainda deixa certas ações abertas a interpretação. Mas o Ghedin é bacharel em direito e ele sabe o que fala.
O Projeto de Lei, criado por um total de seis (!) deputados diferentes, ainda precisa passar por aprovação do Senado e ser sancionada pela presidente para virar, de fato, lei. E após aprovada, só passa a valer realmente depois de 120 dias. Para quem quiser ler o texto inteiro, junto com a longa justificativa (e também umas leves alfinetadas no projeto similar do Senador Eduardo Azeredo) o projeto está disponível no site da Câmara.

Fonte: Technoblog

10 de mai. de 2012

Wolfenstein 3D faz 20 anos e ganha versão web gratuita


Em 1992 três desenvolvedores, John Carmack, John Romero e Tom Hall, sob o nome ID Software, lançaram Wolfenstein 3D, game considerado responsável pela popularização do gênero de tiro em primeira pessoa. Em comemoração ao aniversário de 20 anos de lançamento, o game ganha uma versão gratuita para a web em HTML5.

Wolfenstein foi na época alvo de diversas críticas, desde a violência nos games a apologia ao nazismo. Embora os inimigos no jogo sejam soldados nazistas e haja suásticas e outras referências, inclusive na trilha sonora, que usa o hino do partido nazista, o game sofreu edições em algumas versões, como a de SNES, e foi banida sua comercialização na Alemanha. O game também é considerando o pai de todos os jogos de tiro por ter sua engine usada depois na criação de Doom e Quake.



E depois de 20 anos, o que os criadores de Wolfenstein aprontaram? John Carmack continua como diretor técnico na ID Software onde trabalhou em diversos outros jogos do gênero. Hoje trabalha principalmente na produção de Doom 4, sem data prevista de lançamento. John Romero saiu em 1996 da ID e fundou com Tom Hall a Ion Storm, outra empresa no ramo responsável por games como Daikatana e a série Deus Ex. Posteriormente cada um seguiu um caminho diferente e tem trabalhado em projetos menores na indústria de jogos.
Para jogar basta acessar o hotsite comemorativo do game. O jogo está em HTML5, linguagem já suportada nas versões mais recentes dos principais browsers. Também está disponível a versão completa do game para iOS na App Store, que custa US$ 1,99.


Com informações: Edge Online. Technoblog